terça-feira, 26 de setembro de 2017

SOBRE A Dermage e sua trajetória de dedicação

A história da Dermage começou em 1978, quando a farmacêutica e bioquímica Lisabeth Braun, inaugurou no Rio de Janeiro, a sua primeira Farmácia de Manipulação.
Já em 1990, lançou a marca Dermage, uma das maiores empresas dermocosméticas do país.
Lisabeth investiu em pesquisa e desenvolvimento de produtos e conta como braço direito, sua filha Ilana, hoje CEO da empresa.

                                                               Fonte: Revista Azul / Agosto

A Dermage está presente em mais de 1800 pontos de venda, entre lojas próprias, franquias  e farmácias. Faturou em 2016, R$ 120 milhões, com a meta de aumentar este valor em 18 por cento este ano.

                                                   Fotografia: www.facebook.com/dermagebrasil
 
Para manter a qualidade de produtos e o reconhecimento, a Dermage conta com o trabalho de 750 funcionários. 
São 300 tipos de fórmulas comercializadas especialmente para a mulher brasileira. O mercado para homens é o novo foco da empresa, com quatro produtos a serem lançados.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

SOBRE Romana Becker e sua história temperada com afeto

Segue texto que recebi de leitora/seguidora do nosso blog - Luana Cavalcanti - que aborda uma história de empreendedorismo continuada por membros da 2a geração (filhos da fundadora).

Conversamos com Astor Becker que nos contou a história da sua mãe, Romana Becker e seu restaurante familiar, localizado no Bairro Higienópolis em Porto Alegre.

Romana é uma mulher sem faculdade, uma guerreira nascida na colônia, de origem Alemã, sustentava-se com a venda de leite. Veio à Porto Alegre de chinelo de dedo, sem absolutamente nada. Começou vendendo Avon, sofreu, perdeu dinheiro, mas manteve-se firme!
Certo dia, na Rua Felicíssimo de Azevedo 1584, uma jovem vizinha que morava na casa da frente, pediu à Dona Romana um prato de comida. Não porque passava fome, mas porque seus pais haviam viajado e ela não queria ter que cozinhar. Dona Romana gentilmente preparou um caprichoso e saboroso prato de comida…

E todo dia a jovem levava uma, duas, três  amigas, casais, famílias e famílias para saborear a comida de Dona Romana.

Dona Romana mudou-se pra rua Américo Vespúcio 255 e logo famílias que frequentavam o Dohms e Sogipa perguntavam: “onde conseguimos fazer uma boa refeição?” e  sempre respondiam: “vai ali na casa da Dona Romana."
Isso aconteceu durante quase 2 anos. Um dia, o rapaz dono do Mercadinho Jacó no bairro Higienópolis disse: “Dona Romana, estou fechando o mercadinho e se a senhora quiser, te dou o prédio com tudo."
E foi a partir daí que Dona Romana começou sua trajetória, agora com ajuda de sobrinhos, filhos e cozinheiros, fazendo croquetes sensacionais, pastéis etc… E assim ela foi ampliando...
Segundo Astor, “isso foi crescendo, crescendo e se tornando algo tão grande, que hoje, em qualquer lugar que você chegar, em lojas, taxis, conduções… se você disser: Romana? Todos responderão: Romana!”


Tudo que Dona Romana conquistou com os produtos que ficaram no Mercadinho Jacó foi “no fio do bigode” (como diz Astor), ou seja, no carinho e confiança!
Claro que nesse meio tempo houveram injustiças, pessoas que queriam acabar com o negócio dela, vizinhança que reclamava da fumaça das comidas, fiscais que pediam gorjeta… mas ela foi levando com firmeza, dedicação e amor.
Na década de 80 veio a segunda etapa, o comando do Restaurante Romana, segue com os irmãos Guiter, Astor e Milton. 


O carro chefe foi a Romana. Ela trabalhou no restaurante até seus 92 anos.
Diz Astor: “O que temos em nosso restaurante, tudo vem dela, tudo começou com ela e é à ela que agradecemos!”

Hoje continuam os 3 filhos, mantendo o que dona Romana construiu, com muita garra e carinho.
Dona Romana continua frequentando o restaurante, agora para as refeições do meio dia.

Restaurante Romana Becker: R. Marcelo Gama, 424 - Higienópolis, Porto Alegre - RS, 90540-040

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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

SOBRE Gerações e suas ambições

Recebi a mensagem: "A pior ambição do ser humano é desejar colher os frutos daquilo que nunca plantou".

Em empresas de sucesso, em geral, com uma visão direcionada para um negócio (ou vários), a primeira geração planta muito, dedica-se muito e isso se transforma nos resultados dos negócios.

A partir da segunda geração, é necessário continuar a plantar. Ser membro de uma família empresária requer um contínuo reinvestimento, seja nos negócios, seja no papel de acionista responsável.

Às vezes, encontramos membros a partir da segunda geração acostumados a receber frutos, mas que não aprenderam ou se esquecem de semear um ambiente para que os negócios e a família empresária continue.

Já em outros casos, encontramos novas gerações com muita vontade de continuar investindo e inovando nos negócios familiares. Enfrentam dificuldades tanto do contexto externo, quanto resistências internas, muitas vezes, da própria família. Mas resistem e persistem. Estes, estão semeando novos frutos.

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